Esqueça a ilusão do tamanho único

seomoz_tecnologia_comunicacaoPoucas coisas são tão fantasiosas quanto o “tamanho único” das roupas. Na maioria das vezes, as peças ficam grandes para muita gente, pequenas para outro tanto e uma meia dúzia sai satisfeita da loja. Essa é a analogia utilizada por Peter J. Meyers, em seu artigo “What’s Better – On-page SEO or Link-building?”, publicado no blog do SeoMoz nesta quinta-feira. Dono da empresa User Effect, de Chicago, Meyers explica que há apenas uma resposta honesta para a pergunta: onde devo apostar minhas fichas, quando se trata de Search Engine Optimization? Em táticas on-page ou em Link Building. E qual seria essa resposta? Depende. Por meio de quatro estudos de caso, ele demonstra que, para determinados clientes, a proporção de investimento de tempo e recursos em uma ou outra estratégia varia de forma drástica.O autor afirma que, em geral, quando as empresas da área recebem esse questionamento, a resposta coincide com o campo em que a companhia tem mais expertise.

“When you’re an expert with a hammer, you start to think you can nail anyone (wait, that’s not right)”

Para completar a confusão, “on-page” pode significar muitas coisas, para muitas pessoas. De forma bem superficial, pode ser estratégia de palavras-chave, boas title tags, linkagem interna e arquitetura, além de um bom conteúdo próprio. Meyers considera, em seu artigo, que on-page é tudo aquilo que você pode controlar diretamente no código ou conteúdo de seu site. Nos casos analisados, é possível observar que pode ser mais indicado um aporte de 70% em estratégias on-page e 30% em link-building, a exemplo de um site já bem conhecido, que rankeia bem, mas que ainda configura-se como uma mina de ouro de potencial inexplorado. Em outros, a proporção se inverte. Por outro lado, se um site não segue qualquer regra de SEO, a necessidade de investimento em on-page pode chegar a 90%. E se o problema são as penalidades recebidas por estratégias incorretas de link building, mais uma vez o foco se inverte. Vale a pena conferir o detalhamento de cada caso.

Meyers esclarece que a equação deve incluir, é claro, fatores de social media, mas o foco do artigo não é esse. Reforçando que o “mix perfeito” não existe, e que o cenário é dinâmico, o autor recomenda que a estratégia nunca seja “esquecida” no piloto automático. O mix sempre vai mudar, na medida em que o site evolui, o ambiente muda e o mercado sofre alterações. Portanto, não existe uma solução one-size-fits-all – tudo depende dos seus pontos fortes e fracos. Em longo prazo, o que vale é buscar um conjunto sólido de estrutura on-page, conteúdo único, um link profile respeitável e presença social substancial. Caso o algoritmo mude dramaticamente, por exemplo, essa diversidade é o melhor jeito de garantir o futuro. Os ovos (boa analogia, considerando a proximidade da Páscoa) não podem estar todos numa única cesta.

Com informações do The Daily SEO Blog
Tradução e edição: Tecnologia da Comunicação

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