Arquivo mensal: dezembro 2011

O que virá a seguir?

Privacidade?

O Centro para o Futuro Digital da Universidade do Sul da Califórnia antecipou alguns pontos do relatório que será divulgado em janeiro de 2012, com dados de uma década de estudos sobre a relação dos americanos com a tecnologia. Segundo o diretor do Centro, Jeffrey I. Cole, em um extremo, vemos usuários com conexão social constante, acesso ilimitado à informação, e poder de compra sem precedente. No outro, encontramos demandas extraordinárias, grandes preocupações sobre privacidade e questões vitais sobre a proliferação da tecnologia – que não existiam há dez anos. Qual o preço que estamos dispostos a pagar? Informações sem credibilidade, domínio da vida online sobre a offline, trabalho 24/7, fim da privacidade e dos jornais impressos, entre outros aspectos, compensam a possibilidade de uma nova configuração da postura política de parte dos cidadãos e de uma nova forma de mobilidade? Continuar lendo

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2011: respirar dentro e fora da web

Time Person of the Year 2011A última edição do Link, do Estadão (18/12/2011) fez um resumo dos acontecimentos de 2011 que apresentaram conexão visceral com a internet. Apesar de alguns exageros como “a primavera árabe mudou tudo”, os textos são interessante e ajudam a refletir sobre as verdadeiras mudanças que estamos vivendo. Convivemos com a maioria da população em sua habitual apatia, mas permanecer assim é uma escolha. Em diversas ocasiões históricas, nos países que agora veem esse turbilhão, nem essa opção havia. Mas a apatia pode ser também, como no caso do Brasil, fruto da falta de educação e de informação, porque ainda há um longo caminho a percorrer na integração digital. O que não diminui, pelo contrário, intensifica a relevância dessas transformações. Continuar lendo

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Seu perfil foi trackeado!

Por meio do processo que reconhece os pontos da tela onde o olhar se fixa por mais tempo, confirmou-se a relevância das imagens para atrair o olhar em um perfil.

Calma, pode não ser tão ruim quanto parece. Ferramentas de eye tracking, que analisam o movimento dos usuários na tela do computador e são usadas há muitos anos para entender como os usuários interagem com websites, produtos e sistemas, agora são aplicadas às redes sociais. Recentemente, a sofisticação e acessibilidade a essa tecnologia criaram uma grande demanda de interesse nos setores comerciais e empresariais, tendo como foco aplicações comuns incluindo usabilidade na web, publicidade, design, etc.. O site americano Mashable, maior agência independente de notícias dedicada à cobertura da cultura digital, mídias sociais e tecnologia, utilizou a ferramenta EyeTrackShop em páginas de redes sociais populares. Continuar lendo

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Redes sociais e as “marcas pessoais” no jornalismo

Um dos principais ativos de um jornalista é a sua reputação, mas hoje ele não precisa necessariamente construí-la junto a uma redação tradicional.

O State of the Media, relatório anual sobre mídia e tecnologia, indicou o crescimento das “marcas pessoais” frente às “marcas institucionais” como uma das grandes tendências no jornalismo. Essa dinâmica, sutil e silenciosa, acontece quando o profissional utiliza plataformas de redes sociais, microblogs e blogs para construir a sua própria reputação, audiência e marca pessoal, sem necessariamente estar ligado a uma redação. Essa construção “independente” é alimentada pela alta rotatividade nas empresas e pelas oportunidades abertas com os sistemas de publicação e a cultura de autoexpressão na web.
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